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Saiba como tecnologia e inovação são grandes aliadas do setor de saúde acessando o blog da Maida;Health

Allana Peixoto|
20/09/2021

O exame físico na telemedicina pode ser um desafio para muitos profissionais, porém, com as inovações nos recursos tecnológicos, está cada vez mais próximo apurar os parâmetros fisiológicos do paciente e oferecer um atendimento de excelência.

Por isso, primeiramente é fundamental avaliar as condições em que se implantará a telemedicina, como será viabilizado o exame físico no paciente e quais são os benefícios dessa integração.

Em seguida, é interessante acompanhar os indicadores de efetividade dessa implantação, ponderar e readequar as dificuldades encontradas e traçar planos terapêuticos exequíveis para os pacientes.

Quer saber mais sobre como funciona o exame físico na telemedicina? Então, continue a leitura e fique por dentro!

Qual é a importância da telemedicina?

Considerando a telemedicina como uma proposta de encurtamento das distâncias geográficas para ampliação da assistência clínica, entende-se que essa modalidade tem condições eficazes de se manter na preferência dos brasileiros.

Somando isso ao contexto da pandemia da COVID-19 e dos impactos que esse fenômeno epidemiológico causará na humanidade nos próximos anos, espera-se um grande crescimento e oportunidades de atuação para os profissionais clínicos.

Destaca-se também que, conforme apontado pelo Dr. Luciano Cunha, diretor de telemedicina e saúde digital da Maida.health, todas as especialidades médicas e não médicas podem atender via telemedicina. Tudo dependerá da experiência e conhecimento do profissional e da jornada em que o paciente se encontra, desde seu diagnóstico até o tratamento.

Como funciona o exame físico na telemedicina?

É importante esclarecer que o exame físico realizado na telemedicina é chamado de telepropedêutica, mas ainda é pouco conhecido pelos médicos, conforme observa o Dr. Luciano Cunha.

Para tanto, ele exemplifica duas formas de realizar a telepropedêutica. Veja abaixo.

Orientações de manobras para o paciente ou acompanhante

Nessa situação, os profissionais solicitam que esses indivíduos executem pequenos movimentos ou apurem alterações fisiopatológicas que auxiliarão no diagnóstico. Aferições simples de temperatura corporal e orientações médicas para o paciente tossir a fim de apurar a existência de secreção são algumas ações que servem de exemplo.

Utilização de equipamentos específicos com possibilidade de interação a distância

Nesse contexto, é plausível verificar os parâmetros vitais por meio de relógios inteligentes, que monitoram glicemia, frequência cardíaca e outros aspectos que podem ser compartilhados com os médicos por mensagens instantâneas. Estetoscópios bluetooth, câmeras especiais com otoscópios e dermatoscópios que auxiliam na apuração dos sinais e sintomas dos pacientes são outros dispositivos úteis.

Como a telepropedêutica pode ajudar o profissional a realizar um exame físico direcionado?

Com as ferramentas tecnológicas existentes, a telepropedêutica pode ajudar o médico a examinar o paciente utilizando uma metodologia adaptada à realidade da telepresença, conforme relata o Dr. Luciano Cunha.

Também é interessante observar que os recursos tecnológicos utilizados nesse contexto são mais sensíveis e específicos, proporcionando confiança na construção de um diagnóstico mais preciso e seguro ao paciente.

Consequentemente, a confiabilidade na telemedicina aumenta e atrai novos adeptos, que já vislumbraram as vantagens em relação ao menor custo, disponibilidade integral do profissional durante a consulta e eliminação do deslocamento físico até o consultório.

Quais são as especialidades de uma plataforma de telemedicina?

Conforme regulamentado pela Lei Federal 13.989, de 15 de abril de 2020, a telemedicina pode ser executada por diversas especialidades médicas, desde que a integração virtual com o paciente seja possível.

Além disso, na referida legislação, existem as condições provisórias para ampliação da telemedicina devido ao cenário epidemiológico decorrente da contaminação pela COVID-19, o que suscitou novas modalidades de atendimento virtual.

Nesse sentido, o Dr. Luciano Cunha orienta que a plataforma de telemedicina deve permitir aos pacientes e profissionais de saúde a interação no meio digital, dentro de um ambiente seguro e de rastreabilidade das ações, obedecendo também as regras de proteção de dados.

No entanto, para efeitos de efetividade e organização das consultas virtuais, é interessante que as plataformas otimizem anotações em prontuário eletrônico, para facilitar a telepropedêutica.

Quais são as soluções que uma plataforma deve oferecer?

As empresas que investirem nesse nicho, além da segurança e otimização das informações veiculadas, devem oferecer funcionalidades adequadas e compatíveis com os programas de telemedicina.

Um exemplo bem-sucedido de empresa que proporciona o atendimento por telemedicina é a Maida.health, que viabiliza para as empresas solicitantes os mais diversos programas de telemedicina e saúde digital, desde teleconsulta de urgência até telemonitoramento de doentes crônicos.

Devido ao leque de opções fornecidas aos potenciais clientes e à facilidade de utilização das ferramentas da plataforma, observa-se grande interesse dos profissionais de saúde nessa inovação.

Qual a diferença entre telemedicina, telessaúde e e-Saúde?

Para entender a complexidade dos serviços virtuais, as funcionalidades de cada um e como funciona o exame físico na telemedicina, é fundamental avaliar os principais conceitos e como eles serão aplicados no cotidiano do médico e do paciente.

Inicialmente, considera-se o e-Saúde, aplicativo desenvolvido pelo DATASUS que provê informações sobre a saúde do cidadão. Por meio do cartão nacional do SUS e dos serviços clínicos gratuitos oferecidos à população, esse aplicativo traz um diagnóstico sobre o acesso aos serviços, exames e demais dados de interesse ao gestor e profissional de saúde.

Com o e-Saúde também é possível integrar os dados dos pacientes com o histórico já compilado, trazendo funcionalidades como direcionar o indivíduo conforme sua localidade ao serviço mais próximo à demanda.

Já a telessaúde é um conjunto de atividades que tem como peça fundamental o uso de inovações tecnológicas, que abarcam desde os serviços de telemedicina até aqueles voltados para a teleducação.

Sendo assim, otimiza tanto o atendimento aos pacientes quanto a capacitação dos profissionais de saúde por meio de videoconferências, discussão de casos clínicos complexos de forma virtual, entre outras possibilidades.

Diante disso, a telemedicina é um dos ramos da telessaúde, avaliada por meio de teleconsulta, emissão de laudos online, telestroke, teletriagem, teleassistência e vigilância epidemiológica, pautados nos princípios da eficácia e eficiência dos serviços prestados.

Saber como funciona o exame físico na telemedicina é um passo importante para entender como viabilizá-lo para os pacientes da maneira mais adequada. Diante disso, é possível compreender as diversas funcionalidades da telemedicina, que será amplamente viabilizada nas plataformas que propiciam o atendimento efetivo, seguro e conveniente para os profissionais de saúde e o paciente, além de demonstrar nítida redução de custos operacionais.

E você, ficou interessado em plataformas que otimizam a telemedicina? Então, entre em contato conosco que daremos mais detalhes!

Allana Peixoto|
20/09/2021

A pandemia desencadeada pelo novo coronavírus fez com que mais pessoas procurassem os serviços de saúde suplementar. De acordo com dados do governo, somente no primeiro semestre de 2021, o número de usuários cresceu mais em mais de 600 mil, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Nesse cenário, garantir uma boa gestão de operadoras de saúde eficiente é fundamental para a prestação de um bom serviço.

Ou seja, é preciso garantir a assistência médica adequada ao paciente e equilibrar as contas da operadora ao mesmo tempo. Mas engana-se quem pensa que fechar essa conta é fácil. É necessário agir com estratégia para cobrir um número crescente de usuários, garantindo também a reputação e a atratividade da saúde suplementar.

Ficou curioso e quer saber mais sobre a relação entre gestão de operadoras de saúde e a qualidade dos serviços prestados? Então, continue a leitura!

Em que consiste uma gestão eficiente de operadoras de saúde?

Garantir uma assistência de qualidade e adotar medidas com o objetivo de reduzir os custos são os maiores desafios da gestão de operadoras de saúde, mas também é algo fundamental para garantir a sustentabilidade da instituição.

Para tanto, é preciso promover a cultura de utilização adequada dos recursos disponíveis, conscientizando os usuários de que eles podem se tornar cada vez mais escassos.

Além do recurso da telemedicina, que proporciona atendimento de qualidade a distância e pode, inclusive, tirar o grande fluxo de pacientes das clínicas e hospitais, é preciso promover ações que promovam a gestão integrada, por exemplo, a medicina preventiva.

Para todos os possíveis contextos, a tecnologia tem se apresentado como a melhor aliada, pois além de atender as demandas dos beneficiários, ainda promove uma visão mais estratégica acerca dos negócios.

Assim, os recursos tecnológicos também podem ser usados para educar os beneficiários, colaborando com a redução da sinistralidade, fator que também merece a atenção dos gestores, com o objetivo de fazer a integração com os recursos disponíveis, sem aumentar os custos.

Quais são os maiores gargalos das operadoras de planos de saúde?

Otimizar custos e oferecer um bom atendimento aos beneficiários é a receita de sucesso para qualquer operadora de saúde. No entanto, isso nem sempre é fácil, não é mesmo?

Para ajudar você, separamos os três maiores gargalos das operadoras de saúde para você conhecer. Acompanhe!

1. Muita liberdade de escolha para o usuário

Na ânsia de oferecer uma rede ampla de atendimentos, muitas operadoras acabam deixando nas mãos do usuário a responsabilidade pela escolha de onde será atendido, e questão é, sem dúvidas, o maior causador de gargalos na gestão dos planos.

Com uma gestão mais enxuta e focada em acompanhamento individual e programas de prevenção, esses problemas podem ser sanados.

2. Falta de registro histórico de pacientes

A falta de acompanhamento leva à inexistência de registro histórico de pacientes. Com isso, a operadora não consegue prever a sinistralidade, fator que influencia diretamente nos custos. Uma rede de atenção primária pode ajudar a resolver essa questão.

3. Desperdício

Parece mentira, mas o desperdício é o maior gargalo das operadoras. Isso acontece por causa da necessidade de disponibilizar muitos profissionais, mesmo para baixas demandas, devido a um grande leque de serviços disponibilizados. Além disso, deixar a responsabilidade para o usuário escolher a rede de atendimento também é uma das causas do desperdício nas operadoras dos planos de saúde.

Como garantir uma boa gestão das operadoras de saúde?

Agora que você já tem uma boa noção sobre a importância da gestão de operadoras de saúde, veja como garanti-la com as dicas abaixo!

Tenha um planejamento adequado e controle de processos

Adotar um planejamento adequado o ajudará a controlar melhor os processos e também a definir quais são os objetivos a serem alcançados, além de estabelecer como isso será feito.

Quando a questão são as operadoras de saúde, é necessário pensar em como os serviços serão oferecidos, otimizando os custos.

Afinal, mesmo que a intenção seja assegurar o atendimento de qualidade, não significa que isso não possa ser feito com inteligência, encurtando o caminho para disponibilizar especialistas, por meio da telemedicina, por exemplo.

Utilize a tecnologia ao seu favor

A tecnologia também é muito útil no setor da saúde, visto que auxilia na otimização dos processos, promove a redução de custos e evita o retrabalho.

Nesse sentido, poder contar com um sistema de gestão eficiente é fundamental para melhorar os processos, que vão desde prontuários eletrônicos até laudos a distância.

Além disso, o sistema de gestão também deve ser considerado nos processos administrativos e burocráticos da operadora. Com a ferramenta certa, é possível aproveitar melhor o tempo e os recursos, além de agilizar o atendimento de pacientes e ter um maior controle das finanças da operadora, facilitando a sua auditoria.

Adote indicadores de qualidade

Os indicadores de qualidade na área da saúde são fundamentais para que o gestor possa avaliar o andamento dos processos, ou seja, verificar se o que foi planejado está sendo executado e trazendo os retornos esperados.

Além disso, ao criar e implementar os indicadores mais aderentes à sua operadora de saúde, fica mais fácil fazer uma gestão baseada em dados e corrigir estratégias a tempo de evitar danos maiores à instituição e a seus usuários.

Nesse cenário, é preciso tornar os indicadores de qualidade aliados e estudar como eles podem impactar a assistência à saúde e, como consequência, o sucesso da sua gestão.

Como o iHealth pode ajudar na gestão eficiente das operadoras de saúde?

Solução inovadora para o mercado das operadoras de saúde, o iHealth é uma ferramenta desenvolvida para criação, reengenharia e gestão de operadoras de saúde e autogestões públicas.

O iHalth é guiado por inteligência artificial, o que assegura uma maior eficiência operacional e concomitantemente promove a redução dos custos assistenciais, otimizando toda a operação da gestão de saúde.

Assim, ao ter uma visão maior acerca dos processos de gestão de operadoras de saúde, fica mais fácil pensar em quais são as melhores soluções a serem implantadas, a fim de oferecer um serviço de qualidade aos usuários, ao mesmo tempo em que a gestão garante a sustentabilidade dos planos de saúde.

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Allana Peixoto|
20/09/2021

A governança em telessaúde depende de nossa capacidade e disposição em reaprender sobre algumas premissas que carregamos sobre gestão da saúde. É um campo novo, cheio de particularidades, desafios e reflexões éticas a serem feitas.

Questões como até onde pode ir o atendimento remoto e no que ele é imprescindível precisam ser respondidas, para que a telessaúde encontre o equilíbrio entre a universalização do acesso à saúde e a qualidade do atendimento.

Afinal, como trilhar esse caminho? É o que pretendemos responder para você com este post.

Acompanhe!

A Telessaúde abrange a telemedicina

Para começar, vamos conceituar essas duas áreas e estabelecer a diferenças entre elas. Pois bem, o que diferencia a telemedicina é que ela envolve diretamente o exercício da profissão, portanto, a atuação médica. Como exemplos de aplicação, podemos usar a teleconsulta e o telediagnóstico, que são subáreas da telemedicina.

A telessaúde é ainda mais abrangente e se caracteriza pela aplicação de tecnologia de comunicação em áreas acessórias da medicina, envolvendo vários profissionais de saúde além dos médicos. Ela também é aplicada em diversos níveis de atuação, desde a atenção primária até os secundários e terciários, incluindo a logística em saúde.

A importância da governança em telessaúde

Com o exemplo recente de algumas importantes demandas geradas pela pandemia, fica explícita a importância da logística e de toda a estrutura de apoio ao trabalho dos médicos.

A mesma lógica transportada para o atendimento remoto fica igualmente evidente com base nas definições do tópico anterior. Afinal, a telessaúde inclui recursos fundamentais para estruturar a telemedicina.

A gestão de equipes remotas envolve tarefas e particularidades muito distintas das necessárias às interações presenciais. Os processos precisam ser ajustados para garantir que os benefícios sejam aproveitados, por exemplo, melhorando a experiência dos pacientes.

Nesse contexto, pacientes e profissionais percebem uma melhora substancial da experiência de contato com o sistema de saúde, que se torna menos burocrático, com menos perda de tempo e mais confortável.

Outro ponto, dessa vez com impacto, inclusive, nos custos assistenciais, é no qual os pacientes são avaliados, triados e examinados pela telemedicina e só prosseguem para consultas presenciais se necessário, evitando superlotação de clínicas, hospitais e ambulatórios.

A governança da telessaúde pode prever procedimentos capazes de evitar consultas com especialistas não indicados, comparecimentos para atendimentos de urgência desnecessários e outras ocorrências que, quando fazem parte da rotina de atendimento, não beneficiam ninguém.

Além disso, com o uso da telemedicina, hospitais, clínicas e profissionais podem alcançar populações distantes de seus centros de referência, dando acesso especializado a quem antes não o tinha.

Novamente, essa possível democratização do acesso à saúde depende diretamente da eficiência da governança, para que possa contar com a estrutura de apoio ideal.

Os pilares da governança em telessaúde

Basicamente, a governança em telessaúde explora 3 pilares principais, que estão detalhados nos tópicos abaixo.

Gestão — liderança e estrutura

Não basta entender a importância da governança em telessaúde para estruturar a telemedicina e todas as outras áreas. O que vai garantir o bom funcionamento dos processos é o comprometimento das lideranças com a execução do programa.

É esse esforço que vai garantir o orçamento necessário e o subsídio estratégico para o perfeito funcionamento do modelo, o que começa com a escolha da pessoa que conduzirá esse processo.

Para essa definição, algumas dicas são:

  • identificar pessoas internas que tenham experiência com implementação de tecnologia em telessaúde;
  • identificar aqueles com aptidão para tecnologia e experiência em liderança de operações clínicas;
  • priorizar líderes com características como gostar de aprender e inovar.

Definição da metodologia de forma clara e precisa

Como adiantamos, a gestão de equipes remotas representa um desafio cheio de particularidades, a começar pelo treinamento. Muitos dos nossos mecanismos de controle de atividades se baseiam na presença física e não nas tarefas executadas. A própria remuneração dos colaboradores é devida, de acordo com as horas de dedicação.

Em razão da pandemia, muitos gestores e profissionais de saúde observaram na prática a diferença e as demandas de monitoramento que surgem de atendimentos remotos. Quer um exemplo? Como podemos apoiar um médico com dificuldade de acionar o som em um atendimento de telemedicina?

A estruturação necessária a esse tipo de auxílio envolve cada detalhe, de cada processo de atendimento, que também implica em questões éticas e relativas aos procedimentos médicos. Por isso, sem um método claramente definido e descrito, a telessaúde tende a acabar subutilizada.

A fragmentação das ações entre as diversas áreas pode criar um mosaico pouco organizado e disforme, o que só pode ser evitado com um método eficaz de governança.

Definições de objetivos, metas e ROI

Ao mesmo tempo, desenvolver todo o potencial da telessaúde em seguida a sua implantação não é uma expectativa realista. O que vai garantir a excelência é o aprimoramento constante, o que depende diretamente da definição e do monitoramento de objetivos, metas e retorno de investimento (ROI).

Para medir o sucesso do programa de telessaúde, os seguintes componentes são essenciais:

  • valor clínico agregado;
  • engajamento dos profissionais e pacientes;
  • suporte administrativo;
  • congruência no plano estratégico;
  • capacidade clínica ligada à complexidade logística.

Cada um desses itens deve ter indicadores e metas muito bem definidos a partir do conceito S.M.A.R.T. Isso vai contribuir com o cálculo do ROI e outras variáveis de sustentabilidade do projeto.

Além disso, deve-se mapear o fluxo de comportamento dos pacientes e dos profissionais dentro da organização, identificando dados essenciais que poderão integrar e se relacionar com a tecnologia da telessaúde.

A implementação prática

Antes de colocar a tecnologia para funcionar, as dicas são:

  • reunir os líderes;
  • definir os objetivos;
  • estruturar uma liderança formal para o programa;
  • garantir sustentabilidade;
  • focar na geração de valor para o paciente.

Também, é preciso definir onde a telessaúde se encaixa na linha de cuidado definida para cada iniciativa. Estipular quando usar e quando não adotar a telemedicina vai ajudar no desenvolvimento do programa.

No início do projeto, nem sempre essas definições estão claras para todos, mas é fundamental focar no propósito de alto nível que a instituição de saúde pública ou privada deseja alcançar.

É a partir dele que podemos traçar as formas de encaixar a telemedicina e a saúde digital na jornada de cuidado aos usuários do sistema, de uma maneira segura e confortável para todos.

Depois disso, é preciso avaliar o investimento necessário e as possibilidades de retorno do projeto, para que ele se mantenha com sustentabilidade financeira ao longo de seu crescimento.

Essa preocupação precisa estar em pauta desde as conversas iniciais, evitando custos desnecessários com equipamentos ou softwares, que não ajudam a alcançar o objetivo maior da organização.

O auxílio da tecnologia

É importante lembrar de que, como mencionamos neste post, a telessaúde não é exatamente uma novidade. Inúmeras iniciativas já foram organizadas por telefone, por exemplo, desde muito tempo. No entanto, jamais tivemos as possibilidades e, principalmente, as perspectivas que temos agora com os novos recursos.

Uma tecnologia de fácil uso, intuitiva, com segurança da informação adequada e que se adapte ao modelo de interação escolhido para o programa pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto.

Assim, pode gerar:

  • engajamento;
  • eficiência no uso dos recursos;
  • segurança nas interações;
  • satisfação dos pacientes e profissionais de saúde;
  • processo estruturado de implantação com inteligência estratégica.

Contudo, não poderíamos concluir de outro modo sem relatar a nossa convicção de que a tecnologia não é suficiente — como um bisturi, ela é apenas uma ferramenta, não necessariamente uma incisão perfeitamente executada.

A governança em telessaúde depende diretamente da expertise aplicada ao planejamento, à implantação e ao gerenciamento dos programas de telessaúde, com uma consultoria completa de ponta a ponta, como a da Maida Health.

Então, não perca tempo e conheça nossas soluções.

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